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O blog da Vinícola Família Lemos de Almeida

Bem-vindos à Vila Açoriana

Mergulhe em uma experiência de cores, aromas e sabores.

É com alegria que apresentamos o nosso blog, Vila Açoriana. Aqui você vai encontrar vinhos, artes, receitas, dicas, curiosidades e muito mais envolvendo a cultura lusitana, da qual a nossa família, Lemos de Almeida, descende.

Acompanhe semanalmente e faça uma viagem às nossas origens.

Pinot Noir premiado

Na 2ª edição da feira Wine South America, ocorrida entre os dias 25 e 27 de setembro, em Bento Gonçalves, o nosso vinho Pinot Noir foi premiado no 1º Concurso 10 Star Wine, que elegeu pela qualidade e variedade os melhores vinhos expostos na feira, em diversas categorias.

O Vinho Tinto Seco Fino Pinot Noir Fazenda Santa Rita 2017 foi o vencedor da categoria Vinho Tinto Brasileiro. Esse é um vinho perfeitamente equilibrado entre a acidez e o sabor de fruta fresca, possui coloração vermelho granada, com aroma de média intensidade que lembra pimenta preta, canela, eucalipto, caramelo e menta. É um vinho leve com médio volume, apresenta taninos elegantes com boa persistência.

Calçada de pedras portuguesas

Em alguns pontos, você pode encontrar na nossa vinícola, esta calçada:

Calçada encontrada no paradoura da nossa Vila Açoriana. Foto: Artur Alexandre

Você deve estar pensando: “eu já vi isso em algum lugar”. E podemos afirmar que sim. Esse é o mesmo desenho do famoso Calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Calçadão de Copacabana. Foto: Reprodução

Esse desenho da calçada é baseado no piso da Praça do Rossio em Lisboa, que representa o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico. Nessa mesma praça se encontra uma estátua de D. Pedro I. As pedras utilizadas para formar o desenho são a calcita branca e o basalto negro, chamadas de pedras portuguesas.

Praça do Rossio, Lisboa. Foto: Reprodução

E, de acordo com nossas origens lusitanas, nada melhor do que ter algo tão característico na nossa Vila Açoriana. A calçada acompanha o prédio da vinícola, o paradouro e o moinho, e também, o pórtico na entrada da propriedade.

Paradouro e Moinho da nossa Vila Açoriana. Foto: Artur Alexandre
Calçada que contorna o prédio da vinícola. Foto: Artur Alexandre

Para conhecer, você pode reservar a sua visita que vai acontecer no dia 07 de setembro, pelo nosso site.

O Azulejo Português

Os azulejos são uma parte marcante de Portugal e, ainda, contam a sua história. Podem ser encontrados em estações de trem, igrejas, conventos, casas, palácios, jardins, monumentos e em qualquer lugar que você possa imaginar, sendo a marca registrada do país. Os primeiros azulejos foram importados pelo rei D. Manuel I, em uma de suas viagens à Espanha, em 1498, para decorar as paredes do seu palácio, o Palácio Nacional de Sintra.

Painel localizado no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

A forma mais utilizada para decorar os azulejos foram as aplicações em azul sobre o fundo branco. Esse tipo de aplicação permitia que a pintura ficasse concentrada, evidenciando o valor e a qualidade do traço. As artes reproduzidas retratam contextos do quotidiano cortesão, episódios bíblicos e momentos da fase dos Descobrimentos. Aqui no Brasil, ainda há resquícios da arte em azulejos trazidos pelos colonizadores, como pode ser visto em Salvador, BA, na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Salvador ou na Igreja da Boa Viagem; em Campinas, SP, no Palácio dos Azulejos (eventual Museu da Imagem e do Som), no Rio de Janeiro, RJ, na Igreja do Outeiro da Glória.

Arte encontrada na Igreja da Boa Viagem, em Salvador, BA

No entanto, como uma forma de preservar a cultura e valorizar essa forma de arte, a nossa vinícola conta com mais de 20 painéis de azulejo do artista Jesus Lima Fernandes, que utiliza a técnica milenar portuguesa. Os painéis possuem temas religiosos, como a Santa Rita de Cássia, padroeira da fazenda em que está instalada a Vila Açoriana; e, também, temas relacionados à colonização, à vinícola e à história do vinho.

Mais do que um elemento decorativo ou um ornamento, o azulejo significa uma extensão da caminhada artística e criativa de um país, a qual pode ser observado em nossa Vila Açoriana como uma homenagem ao nosso passado.

Fonte: A história do azulejo português

Azulejo Português

O Pórtico da Vinícola

Pórtico de entrada da Vinícola. Foto: Artur Alexandre.

Um monumento notável dá as boas-vindas aos visitantes da nossa Vila Açoriana. O pórtico, localizado na entrada da propriedade, é uma homenagem ao antigo Trapiche Miramar de Florianópolis, construído em 1925.

Antigo Trapiche Miramar, em Florinópolis. Foto: arquivo Guia Floripa.

A construção original era uma obra arquitetônica com estilo eclético, contendo elementos neoclássicos e insinuações em art déco. Na parte alta da fachada havia um vitral com dois golfinhos em massa. A construção de entrada da vinícola, preserva o estilo arquitetônico original, apenas nos vitrais é acrescentado o logotipo da vinícola.

Detalhes do pórtico de entrada da vinícola. Foto: Artur Alexandre.

O Trapiche Miramar foi demolido no ano de 1974, devido às obras do aterro da Baía Sul e, hoje, é representado por um memorial construído em 2001, no mesmo local.

Trapiche Miramar. Foto: Jornal de São José/SC.

Fonte: Memorial Miramar – Guia Floripa

Vinícola Família Lemos de Almeida

A família Lemos de Almeida está registrada na história da imigração portuguesa no Brasil e, com o intuito de demarcar suas origens, a Vinícola Fazenda Santa Rita agora é Vinícola Família Lemos de Almeida. Localizada em Muitos Capões, nos Campos de Cima da Serra, RS, e solidificada como uma encantadora Vila Açoriana, a vinícola evidencia a arte, a cultura e a arquitetura lusitanas e atua com excelência na produção de vinhos de castas francesas e portuguesas.

Desde 2016, a Vinícola Família Lemos de Almeida produz seus vinhos 100% a partir de vinhedos próprios e atinge 100 mil garrafas por ano, tornando-se notória pela premiada qualidade. Em 2019, a vinícola foi premiada com nove selos do concurso Wines Of Brazil Awards, realizado em junho no Rio de Janeiro, com destaque para o Capella dos Campos Alvarinho, que recebeu o selo Grand Gold.

A Vinícola, também, atua fortemente para se tornar autossustentável. A empresa conta com um Parque Solar, com capacidade de suprir toda a energia elétrica necessária para a manutenção da vinícola. Ainda possui uma Central de Efluentes e Líquidos e uma Central de Compostagem, que tem a finalidade de dar um destino ecologicamente correto para o bagaço da uva, sementes e engaços, permitindo assim a produção do adubo que é utilizado nas videiras. Na área Social, a Vinícola promove um projeto voltado à educação. Para difundir a cultura açoriana entre os jovens, o diretor da Vinícola, Agamenon Lemos de Almeida, palestra nas escolas e aborda a imigração açoriana e sua importância.

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